Atlético-GO: Adson Batista revela pedido especial para o presidente do Flamengo; veja o que foi dito pelo dirigente




O presidente do Atlético, Adson Batista, em entrevista à Rádio Bandeirantes, revelou ter pedido a ajuda a o presidente do Flamengo, Rodolfo Landin, na tentativa de unir forças para o retorno do futebol em Goiás. O presidente do Dragão destacou que ele e Landim ‘pensam da mesma maneira’ e apóiam a volta aos trabalhos.

“Olha, na verdade, eu tenho forma de pensar diferente, sempre fui assim e vou continuar com as minhas convicções. Eu acho que a federação, pelo menos o André (presidente da entidade), e eu já falei isso para ele, tinha que liderar e buscar, neste momento, estar nesta briga com a gente. Eu tenho protocolos, todos vistados pelo governador Ronaldo Caiado, e até me assusta ver o secretário tão bem informado, parecendo que o futebol é algo que nem existe no estado de Goiás. Eu acho que ele tinha que estar muito ciente de tudo, que as decisões que ele está tomando são muito passivas, não sei. Eu tenho tudo documentado, os protocolos do Atlético, do Vila, que foi junto com a gente, foram enviado para o Governador “,afirmou Adson.

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“Eu até pedi um favor ao presidente do Flamengo, o Landim, que eu tenho uma boa relação e, aliás, é um cara educadíssimo, uma pessoa de bem. Pedi para ele intervir porque ele é amigo do Ronaldo Caiado, nosso governador. E ele falou com o Governador, ele pensa igual a mim, acha que o futebol tem que voltar com todos os cuidados necessários. Nós gastamos muito dinheiro com isso, não é barato. A gente está totalmente preparado e sente muita fragilidade dos órgãos, que deixam tudo em ‘stand by’ e não sabem o tanto que tem pessoas envolvidas”, concluiu o dirigente.

O Estado de Goiás registrou 108 novos casos confirmados da Covid-19 em 24 horas, e o número de infectados subiu para 1.846, com 73 mortes e 15 mil casos suspeitos em investigação.

Ronaldo Caiado flexibilizou o decreto de isolamento social, no entanto, segundo divulgado pelo jornal O Popular, um mês após o relaxamento da quarentena, o número de casos confirmados aumentou em 351% e a Capital registrou 230% óbitos a mais.







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