Segundo mês de paralisação e uma rodada de negociações por redução salarial para os clubes goianos

Foto: Paulo Marcos/ ACG




Segundo mês de paralisação no futebol brasileiro e uma nova rodada de negociações para a redução salarial no Goiás, Atlético-GO e Vila Nova e aguardam por uma posição do governo do Estado para uma retomada do futebol brasileiro. No entanto, cada clube vive situações financeiras diferentes durante estes últimos meses.

Sem saberem quando os torneios serão realizados ou retomados, os três times mantêm como podem seus principais jogadores no plantel. Com mais um mês sem partidas, o jeito tem sido renegociar o salarial com os jogadores para aliviar a folha salarial do elenco.

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Pelo lado do Atlético-GO, por exemplo, que estabeleceu um acordo de corte de 33% do salário dos atletas, mas caso o clube fique na elite do Brasileirão no ano que vem, o dinheiro cortado serão devolvido aos jogadores.

“Entendemos que isso foi muito importante para o clube e para eles (jogadores) para preservarmos o emprego de todos. Nada mais justo do que devolver o dinheiro porque serão merecedores (em caso de permanência na Série A)”, disse Adson Batista.

No Goiás, o mês de abril houve 50% de redução do salário e a diretoria tenta uma nova redução salarial referente ao mês de maio. O presidente Marcelo Almeida explicou a sua posição: “Chegamos ao nosso limite máximo, que está acima do que a gente poderia estar praticando. A gente espera que os jogadores compreendam”, disse o dirigente.

Por fim, no Vila Nova a situação tem sido diferente dos demais arquirrivais, já que o clube perdeu a receita de transmissão dos jogos por estar na Série C e a diretoria segue negociando com os jogadores de forma individual com cada jogador do elenco. Para aliviar a folha, o clube tem feito dispensas de atletas em seu plantel: Crystian, Wallace, Liel, Celsinho, Dimba, Marquinhos e Mateus Criciúma.







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