PÓS JOGO – GRÊMIO ANÁPOLIS 1 x 1 ATLÉTICO – Um fio de esperança

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Neste domingo de pré-carnaval, o Dragão visitou o Grêmio Anápolis em busca da primeira vitória no Campeonato. O jogo representou a estreia do treinador Claudio Tencati, o encarregado de trazer um pouco de esperança ao desiludido torcedor atleticano. A vitória não veio, a seca continua, mas o rendimento no segundo tempo nos dá um fio de esperança.

Antes da bola rolar, já era de se esperar que seria difícil ver um jogo bom no Estádio Jonas Duarte. É disparado o pior gramado do Estado, cheio de imperfeições. É impossível uma troca de passes de qualidade, a bola não rola, sempre quicando e presa no gramado, propiciando um jogo cheio de divididas e faltas. Podem reparar, todo jogo nesse estádio é triste de se ver.

Nesse cenário e com o Atlético nessa situação, o primeiro tempo, de fato, foi triste de se ver. O Atlético era o mesmo time que beirava o amadorismo das rodadas anteriores. Apesar disso, já dava para ver um time mais rápido, com Chiquinho e Cristhyan nas pontas. Além disso, Jonathan não estava em campo e isso já é uma evolução, apesar das limitações do improvisado Diego Valderrama.

O segundo tempo começou da mesma forma com o Atlético mal e com o time de jovens do Grêmio Anápolis também sem assustar. Até que em um contra-ataque, o time de empresário de Anápolis abriu o marcador.

O gol do adversário acordou o Atlético que, juntamente com as boas alterações feitas por Tencati, FINALMENTE mostrou algum futebol em SEIS RODADAS. Foram 30 minutos interessantes que fazem os torcedores tem alguma esperança em classificação para as semifinais do campeonato. O jogo ficou franco dos dois lados, mas o empate prevaleceu.

Gostei DEMAIS do menino Cristhyan, disparado o melhor em campo. Estreou como titular pela primeira vez na carreira e não decepcionou. Marcou um gol e teve outras oportunidades. Me lembra muito o Luiz Fernando. Destaco também o Hugo Gomes que tomou conta da zaga e o Kléver que voltou a ter uma atuação do nível de 2016.

Lado negativo foi o Vinícius Tanque. Que “bucha” que o Botafogo mandou para cá. Espero que Tencati não o escale na Copa do Brasil. Wesley Natã, que é meia, entrou bem no seu lugar e melhorou a movimentação do ataque rubro-negro.

Me apego na confiança que tenho em Tencati, que se mostrou ser bom treinador. Confiante que ele faça o Dragão retomar o caminho das vitórias que se acostumou nos últimos anos, pois estávamos virando um Vila Nova da vida.

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