O desânimo não vem dos nomes apresentados mas sim do modo de operação

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Que o Atlético não nada em rios de dinheiro isso todos nós sabemos.

Que com a implementação do PROFUT e a “obrigatoriedade” das CND’s o clube além dos salários tem por “obrigação” manter em dia também os encargos sociais e isso acaba gerando diminuição no “poder de compra”, isso também nós sabemos.

Pra onde foi o dinheiro da Serie A?

O dinheiro da venda de jogador X?

O dinheiro da venda de jogador Y?

Quanto se pagou efetivamente de dívidas?

Qual valor da obra no CCT?

Qual valor da obra no Accioly?

Tudo isso é discutível mas ainda não acredito ser o ponto fundamental que leva o torcedor Rubro-Negro ao atual estágio de desânimo para o inicio dessa Serie B.

O problema principal é o MODO DE OPERAÇÃO vigente no clube nos últimos anos.

Um sistema de montagem e remontagem de elencos pautado em contratos de curta duração (no máximo até o fim da temporada) que transformam o clube refém de um ciclo onde:

  • O time sempre está em busca de entrosamento
  • O jogador nunca gera “vínculo” com o clube e muito menos com a torcida
  • O torcedor não se sente representado em campo
  • Não desenvolve lideranças em campo
  • Jogadores que se destacam buscam valorizações e acabam deixando o clube

Faça um pequeno exercício e imagine o Atlético com ao menos boa parte dos principais jogadores dos últimos 2, 3 anos.

Com certeza não estaríamos nesse desânimo e colhendo esses resultados.

Mais um pacote de “NOMES” chegaram esse ano, se não 100% com certeza mais de 90% seguem esse mesmo padrão de contratos e o ciclo continua…continua…continua…

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